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Comportamento
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Akira Kurosawa: Caçula de oito filhos de Shima e Isamu Kurosawa, sofreu grande influência da cultura ocidental. Filho de um administrador militar que valorizava a cultura do Ocidente, Kurosawa inicialmente tentou ser pintor. Após se formar no Ginásio Keika, freqüentou o Centro de Pesquisas de Arte Proletária no ano de 1928, aos 18 anos. A investida pictorial não funcionou, devido à falta de dinheiro, mas suas características artísticas o acompanharam durante toda a sua trajetória no cinema, onde ele pintava quadros como "storyboards" de seus filmes[1]. Mesmo assim continuou com sua paixão pelas artes, principalmente a literatura; de onde tirou inspiração para a grande maioria de suas obras. Sofreu também grande influência da irmã, Heigo, quatro anos mais velha, na sua paixão por cinema. Heigo trabalhava como Benshi, uma espécie de "narradora de filmes" do início do século no Japão. Infelizmente, com o advento dos filmes sonoros a profissão de narradora se tornou obsoleta, e Heigo viu-se sem emprego. O fato deprimiu tanto a irmã de Kurosawa que ela acabou se suicidando como um tiro no peito esquerdo aos 22 anos de idade. Kurosawa demorou para aceitar o ocorrido, mas se recuperou alguns anos depois e ingressou de vez na carreira cinematográfica. Em 1936 viu um anúncio no jornal para um teste de assistente de diretor e desde então não parou mais de trabalhar em filmes. De 1943 a 1965, foram vinte e quatro dirigidos por ele.

Seu primeiro trabalho foi Sugata Sanshiro (1943) e o último foi "Depois da Chuva" (Ame agaru) (1999) concretizado postumamente por Takashi Koizumi, seu discípulo. Foi o introdutor do gênero samurai no cinema, com temas como a honra acima de tudo. Sofrendo de fadiga mental em 1971, tentou um mal sucedido suicídio ao cortar os pulso por mais de trinta vezes. Em 1985, o Festival de Cinema de Cannes homenageou-o pelo seu filme "Ran" do qual ele mesmo dizia que era a "obra de sua vida". "Ran" foi baseado em adaptações do livro Rei Lear de William Shakespeare. Kurosawa também adaptou obras do russo Dostoiévski. Muitos de seus filmes tiveram refilmagem na Europa e EUA.

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Federico Fellini (Nasceu em 1920, faleceu em 1993). Diretor de Cinema e Vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro por quatro vezes, FELLINI é um dos raros diretores de cinema a alcançar a fama de astro internacional. Nascido em Rimini, filho de um caixeiro-viajante, os primeiros filmes que dirigiu apresentavam metamorfoses de suas experiências juvenis como um provinciano entediado e ocioso (1vitelloni, 1952), e no universo dos cartuns cômicos (The white sheik, 1952). O sucesso internacional chegou com a fábula La Strada (1954), que lançou sua mulher, GIULIETTA MASINA, como estrela de cinema, que também fez As noites de Cabíria (1957). Sua obra-prima foi, no entanto, La dolce vita (1960), uma sátira sobre a sofisticada vida romana. O traço autobiográfico presente no seu personagem principal, um jornalista interpretado por MARCELLO MASTROIANNI, revela mais uma vez, como aconteceu em Oito e Meio (1962), que suas crises pessoais e artísticas acabavam por ser tratadas em seus filmes.

Comportamento Depois de JULIETA dos Espíritos (1965), o primeiro colorido, FELLINI estabeleceu definitivamente seu estilo: espetáculos vastos e fantásticos, com cenários extravagantes, recheados de fantasias pessoais e figuras imensas e grotescas. Demonstravam a devoção de uma vida inteira dedicado ao circo e ao teatro de variedades. Seus últimos filmes foram cada vez mais marcados pela nostalgia e desilusão com a degeneração cultural provocada pela era da televisão. No ano de 1993, foi homenageado com um Oscar pelo conjunto de sua obra.
Sofreu um derrame que o paralisou parcialmente, fez piadas sobre seu estado e refletiu sobre a experiência da doença e do confronto com a morte. Anunciou que queria filmar tais descobertas. Morreu antes disso, em outubro.
Deixou projetos e saudade junto a uma obra que enaltece a vida e seus mistérios.

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Michael Francis Moore (nasceu em, 23 de abril de 1954) É um cineasta, buscador da verdade movido em desmascarar mentiras armadas por televisões (que falam aquilo que ela quer que o povo pense), bem como, desmascarando oportunistas e criadores de estrategias banais, sem nenhum fundamento, assim como o Cineasta CARLOS DIAS, MICHAEL MOORE é um dos poucos que não se esconde como os vermes que tentam defamar pessoas de bem mas nunca mostram a cara, porque os vermes são fáceis de esterminar. Documentarista e escritor norte-americano conhecido pela sua postura crítica em relação às grandes corporações, à violência armada, à invasão do Iraque e à hipocrisia dos políticos, sendo particularmente crítico em relação a George W. Bush.

Comportamento Aos dezoito anos foi nomeado diretor de sua escola, convertendo-se em um dos mais jovens funcionários públicos dos Estados Unidos. Aos vinte e dois anos fundou The Flint Voice, um dos diários alternativos mais respeitados do país, de que foi editor durante dez anos. Na metade dos anos oitenta foi produtor, diretor, autor e apresentador da série de televisão premiada com um Emmy, TV Nation.

Comportamento Em 1989, Michael Moore dirigiu Roger & Me, um filme que fez história e que narrava sua aventura pessoal para entrar em contato com o presidente da General Motors, Roger Smith. O assunto seria sobre os habitantes da cidade de Flint, frente ao desemprego criado depois do encerramento de unidades fabris da General Motors. Nesse filme, já são patentes algumas das características que definiriam o seu modo de filmar determinadas realidades angustiantes com uma dose de humor corrosivo que lhe cria tanto admiradores incondicionais quanto inimigos declarados.

Outro documentário, The Big One (1997), onde divulgou ao público as tramas das grandes empresas e dos políticos insensíveis e indiferentes, obrigando a que a multinacional Nike deixasse de utilizar crianças como força de trabalho barata na Indonésia.

Comportamento Entre os seus filmes mais famosos estão Fahrenheit 9/11, de 2004, onde critica George Bush; Bowling for Columbine (br: Tiros em Columbine) (2002) onde aborda a obsessão em redor das armas nos Estados Unidos da América, relacionando-a com o Massacre de Columbine, ocorrido numa escola.

Dirigiu o clipe Boom! da banda System of a Down. O vídeo foi feito com imagens do protesto anti-guerra, ocorrido em 15 de Fevereiro de 2003, em todo o mundo.

Comportamento Charlie Chaplin, que era canhoto, nasceu em Walworth, Londres, dos pais Sr. Charles e Hannah Harriette Hill, ambos artistas de music-hall. Seus pais separaram-se logo após seu nascimento, deixando-o aos cuidados de sua mãe cada vez mais instável emocionalmente. Em 1896, ela ficou desempregada e não conseguia encontrar outro emprego; Charlie e seu meio-irmão mais velho Sydney tinham de ser deixados em uma casa de trabalho em Lambeth, mudando-se após várias semanas para a Escola Hanwell para Crianças Órfãs e Destituídas. Seu pai faleceu com problemas de vício em bebida quando Charlie estava com 12 anos de idade, e sua mãe ficou com sérios problemas mentais e mais tarde foi admitida no Asilo Cane Hill próximo a Croydon. Ela faleceu em 1928.

Comportamento Chaplin subiu ao palco pela primeira vez aos 5 anos, em 1894, quando representou no music hall diante de sua mãe, que lhe ensinou a cantar e a representar. Ainda criança ele esteve de cama por duas semanas devido a uma séria doença quando, à noite, sua mãe sentava-se na janela e representava o que acontecia fora de casa. Em 1900, com 11 anos, ele conseguiu com a ajuda do irmão o papel cômico do gato em uma pantomima, Cinderela no "London Hippodrome". Em 1903 ele participou de "Jim, a romance of cockyne", após o que assumiu seu primeiro trabalho regular, como o entregador de jornal Billy em Sherlock Holmes, um papel que representou até 1906.

A este, seguiu-se o Court Circus de Casey, um show de variedades e, no ano seguinte, ele se tornou o palhaço em "Fun Factory" de Fred Karno, companhia de comédia-pastelão. De acordo com registros de imigração, ele chegou aos Estados Unidos da América com o trupe de Karno em 2 de outubro, 1912. Na Companhia de Karno estava Arthur Stanley Jefferson, que se tornaria conhecido e amado como Stan Laurel, o magro da conhecida dupla O Gordo e o Magro. Chaplin e Laurel preferiram compartilhar um quarto em uma pensão. A atuação de Chaplin foi eventualmente vista pelo produtor de filmes Mack Sennett, que o contratou para seu estúdio, o Keystone Film Company. Embora inicialmente Chaplin tivesse dificuldade para se ajustar ao estilo de ação da Keystone filme, ele logo se adaptou e floresceu no meio. Isto foi possível, em parte, por Chaplin ter desenvolvido o personagem trampolim dele, eventualmente ganhando o controle de direção e criação em cima dos filmes dele que o permitiram tornar-se a grande estrela e talento da Keystone.

Comportamento Em 1919, fundou o estúdio United Artists com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D. W. Griffith. Apesar de filmes falados terem se popularizado em 1927, Chaplin resistiu a usá-los até o final da 1930. Tempos Modernos foi sonorizado, embora praticamente não tenha personagens com falas, apenas Charles, que, em uma de suas cenas finais canta num restaurante, mas uma canção totalmente em mímica, onde os versos não significa nada pois a personagem havia esquecido sua letra, incapaz de decorá-la.

O Grande Ditador (The Great Dictator, 1940) foi o seu primeiro filme com falas. Foi, também, uma afronta a Adolf Hitler e ao fascismo que reinava na época. Foi filmado e lançado nos Estados Unidos um ano antes da entrada do país na Guerra. O papel de Chaplin era duplo: o de Adenoid Hynkel, clara alusão ao nome de Hitler, e de um barbeiro judeu. Hitler era um grande fã de filmes, e sabe-se que ele tenha visto o filme duas vezes (segundo registros de seu cinema particular). Após o descobrimento do Holocausto, Charlie informou que não conseguiria brincar com o regime nazista como brincou no filme se soubesse da extensão do problema.

O posicionamento político de Chaplin sempre foi esquerdista, quando não, da extrema esquerda. Vários de seus filmes seguiram essa tendência, principalmente Tempos Modernos (Modern Times, 1936), que foi uma crítica à situação da classe operária e dos pobres em geral. É notória a implantação de conceitos Marxistas (Karl Marx, foi o fundador destes conceitos).

Comportamento Chaplin ao dizer que iria viajar para a Inglaterra junto com sua cônjuge Oona O'Neill, esta que nunca tinha viajado para o exterior, em 1952, foi ameaçado de confisco de seus bens pelo governo americano. Sua atitude foi surpreendente, sem questionar, disse que podiam vender tudo! Quando resolveu retornar aos EUA foi proibido pelo Serviço de Imigração, com a cassação de seu visto, devido a acusações de "atividades anti-americanas", na época do macarthismo, num processo encabeçado por J. Edgar Hoover. Charlie decidiu-se então por permanecer na Europa, escolhendo morar na Suíça.
Por seu talento e alta inventividade além do domínio de todas as fases de confecção de filmes, Charlie Chaplin é reconhecido como um dos gênios e a face da sua época.
CHAPLIN DIZIA MATAR UM HOMEM É COLOCAR ELE NO ESQUECIMENTO.

NÃO IMPORTA QUE EU NÃO SEJA DESTE PAÍS O IMPORTANTE É EU SER UM CIDADÃO DO MUNDO.


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